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	<title>Contexto Jurídico &#187; Segurança</title>
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		<title>Juizados Especiais instalados em aeroportos recebem 3,5 mil queixas em 3 meses</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 13:06:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do jornal O Estado de S. Paulo 26/10/2010 &#8211; Os Juizados Especiais instalados em 23 de julho em cinco aeroportos &#8211; Galeão e Santos Dumont, no Rio; Cumbica e Congonhas, em São Paulo; e Juscelino Kubitschek, em Brasília &#8211; receberam até agora 7 mil passageiros com problemas relativos às empresas aéreas. Desses, 3.484 protocolaram reclamações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do jornal O Estado de S. Paulo</p>
<p>26/10/2010 &#8211; Os Juizados Especiais instalados em 23 de julho em cinco aeroportos &#8211; Galeão e Santos Dumont, no Rio; Cumbica e Congonhas, em São Paulo; e Juscelino Kubitschek, em Brasília &#8211; receberam até agora 7 mil passageiros com problemas relativos às empresas aéreas. Desses, 3.484 protocolaram reclamações &#8211; o restante apenas registrou o pedido de informação, mas não prestou queixa.</p>
<p>Só em São Paulo foram mais de 1.300 reclamações &#8211; 27% foram solucionadas imediatamente por acordo entre o passageiro e a empresa. No Aeroporto de Brasília, a média foi a mesma: das 1.815 queixas, 500 foram resolvidas. O Rio teve 21,8% de acordos para 1.308 reclamações.</p>
<p>&#8220;Considero um índice razoável. As pessoas estão sendo bem atendidas nos Juizados e conseguindo o essencial, que é evitar o processo judicial e resolver tudo amigavelmente&#8221;, afirma o presidente da Comissão dos Direitos do Consumidor da seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), José Eduardo Tavolieri.</p>
<p>Quando foram instalados temporariamente pela primeira vez, entre outubro de 2007 e março de 2008, os Juizados Especiais em São Paulo registraram 3.828 queixas. No total, houve mais de 800 casos resolvidos.</p>
<p>Fonte: OAB &#8211; RJ</p>
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		<title>Governo quer padronizar atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 13:35:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Publisher</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília – Quatro anos após a sanção da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), o Ministério da Justiça e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) lançaram hoje (13) em Brasília uma nova edição das normas técnicas para a padronização de procedimentos nas delegacias especializadas de atendimento à mulher. A norma técnica revisada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – Quatro anos após a sanção da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), o Ministério da Justiça e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) lançaram hoje (13) em Brasília uma nova edição das normas técnicas para a padronização de procedimentos nas delegacias especializadas de atendimento à mulher.</p>
<p>A norma técnica revisada tenta incorporar os procedimentos de atendimento, encaminhamento e investigação estalecidos na lei. Entre as mudanças, o governo federal espera que as delegacias especializadas passem a atuar todos os dias da semana, em esquema permanente de plantão (24 horas diárias).</p>
<p>“A violência não escolhe dia da semana nem horário para acontecer”, explicou a ministra Nilcéa Freire (SPM) que afirmou ser “comum” ver filas às segundas-feiras pela manhã nas porta das delegacias especializadas com mulheres agredidas em casa durante os finais de semana.</p>
<p>Além da ampliação dos horários de atendimento, Nilcéa Freire espera que a adoção das normas técnicas padronize o registro de ocorrência e a coleta de informações sobre os casos de agressão. “Conhecer o problema é o primeiro passo para combatê-lo”, disse ela, explicando que a padronização permitirá a elaboração de estatísticas sobre agressões e crimes e, assim, a elaboração de ações e políticas públicas.</p>
<p>“Nós temos muita dificuldade em termos de estatísticas sobre a violência contra a mulher, com nível de comparabilidade para que possamos ter no cenário nacional um acompanhamento dos crimes contra a mulher da maneira como deve ser”, disse.</p>
<p>A ministra também apontou que as normas técnicas dão diretrizes para orientar e encaminhar as mulheres para o atendimento e proteção. “As novas normas incorporam o conceito de rede”, explicou.</p>
<p>Há no Brasil 466 delegacias especializadas de atendimento às mulheres. A primeira surgiu em São Paulo há 25 anos. Orientações e denúncias quanto à agressões físicas e qualquer forma de violência contra as mulheres podem ser feitas junto à Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180).</p>
<p>Fonte: Ministério da Justiça e Secretaria de Políticas para as Mulheres</p>
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		<title>Jogo entre Grêmio e Santos tem três audiências no JECrim</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 17:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Publisher</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[O Juizado Especial Criminal (JECrim) que atuou no Olímpico nesta quarta-feira (12) a noite registrou três ocorrências no jogo entre Grêmio e Santos. O público chegou a 38.475 pessoas. O Juiz de Direito Ruy Simões Filho presidiu as sessões que contou com o trabalho também de representante do Ministério Público, Defensoria Pública e de servidores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Juizado Especial Criminal (JECrim) que atuou no Olímpico nesta quarta-feira (12) a noite registrou três ocorrências no jogo entre Grêmio e Santos. O público chegou a 38.475 pessoas. O Juiz de Direito Ruy Simões Filho presidiu as sessões que contou com o trabalho também de representante do Ministério Público, Defensoria Pública e de servidores da Justiça.</p>
<p>Os casos envolveram posse de entorpecentes: dois por maconha e um por cocaína. Os torcedores aceitaram as transações penais, sendo duas no valor de R$ 150,00 e uma de R$ 100,00.   As multas serão destinadas ao Lar Santo Antônio dos Excepcionais.</p>
<p>Próxima atuação</p>
<p>O Juizado Especial Criminal (JECrim) atuará hoje (13/5) na partida entre Internacional e Estudiantes-ARG, no Estádio Beira-Rio, válida pela Taça Libertadores da América.</p>
<p>Número de casos</p>
<p>As audiências nos postos do Juizado nos estádios na capital gaúcha já somam 386 atendimentos desde abril de 2008, sendo registrados 201 casos no Beira-Rio e 185 no Olímpico.</p>
<p>Competência</p>
<p>São da alçada do Juizado Especial Criminal nos estádios de futebol todas as contravenções penais e os crimes com pena máxima de dois anos, cumulada ou não com multa, os chamados delitos de menor potencial ofensivo &#8211; como posse de drogas, arruaças, atos de vandalismo e violência e delitos de trânsito ocorridos antes, durante e após a disputa.</p>
<p>Situações que configurem crime com pena superior a dois anos, como, por exemplo, lesões corporais graves, são processadas pela Justiça Comum. </p>
<p>Fonte: TJ-RS</p>
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		<title>Delegacias brasileiras são inadequadas para atendimento ao cidadão, aponta pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 17:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Publisher</dc:creator>
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		<category><![CDATA[polícia]]></category>

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		<description><![CDATA[As delegacias brasileiras são consideradas, em média, inadequadas para o atendimento ao cidadão. A constatação é de uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec) da Universidade Cândido Mendes, com 235 delegacias de nove estados brasileiros. Segundo a pesquisa, as delegacias brasileiras receberam uma nota média de 45,46, em uma escala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As delegacias brasileiras são consideradas, em média, inadequadas para o atendimento ao cidadão. A constatação é de uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec) da Universidade Cândido Mendes, com 235 delegacias de nove estados brasileiros.</p>
<p>Segundo a pesquisa, as delegacias brasileiras receberam uma nota média de 45,46, em uma escala de zero a 100, o que, leva à classificação de “inadequadas”. Apenas delegacias de Brasília, com uma média de 55,85, e do Rio de Janeiro, com uma média de 52,82, foram classificadas como “adequadas”. As delegacias de Belém, no Pará, tiveram a pior média (38,59), ficando próximas de ser consideradas “totalmente inadequadas”, o conceito mais baixo da pesquisa.<br />
O estudo do Cesec foi feito por meio da visita de 449 pessoas às delegacias. Durante a visita, as pessoas, escolhidas entre cidadãos comuns que residiam próximo à delegacia, avaliaram os seguintes critérios: orientação para a comunidade, condições materiais, tratamento igualitário dos usuários, transparência e prestação de contas e condições de detenção.<br />
Segundo a coordenadora da pesquisa, Ludmila Ribeiro, as condições de detenção e a transparência das delegacias foram os quesitos que tiveram pior nota, de uma forma geral.<br />
“No item transparência e prestação de contas, as delegacias ainda divulgam muito pouco o que elas fazem, como o número de crimes que elas registram, o número de inquéritos que elas apuram. Elas divulgam pouco os órgãos aos quais a população pode recorrer no caso de não terem recebido um bom serviço, como a ouvidoria ou a corregedoria de polícia. No caso da detenção, as delegacias ainda têm dificuldades em lidar com a questão dos presos provisórios”, disse a pesquisadora.<br />
Além do Rio de Janeiro e de Brasília, as cidades que tiveram notas acima da média nacional foram São Paulo (52,01), Belo Horizonte (48,49) e Pelotas, no Rio Grande do Sul (47,78). Abaixo da média, ficaram as delegacias de Porto Alegre (44,57), Fortaleza (43,07), Goiânia (41,00) e Recife (39,30), além de Belém.<br />
A pesquisa também destacou, individualmente, as três melhores delegacias do país: a 23ª Delegacia do Rio de Janeiro, no Méier, em primeiro lugar; a 2ª Delegacia de Porto Alegre, em segundo lugar; e a 37º Distrito Policial de São Paulo, em Campo Limpo, em terceiro.<br />
“Se as pessoas confiam na polícia, se essas pessoas chegam na delegacia de polícia e são bem tratadas, se se sentem acolhidas, isso vai certamente vai fazer com que a comunidade compareça à delegacia para comunicar ocorrências, para comunicar os crimes de que foram vítimas. Com isso, a gente vai diminuir a impunidade e ter mais segurança”, disse Julita Lemgruber, diretora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec).<br />
A pesquisa, que já foi realizada nos anos de 2006 e 2007, integra um estudo mais amplo, que inclui a avaliação de 1.014 delegacias de 19 países.</p>
<p>Fonte: ABr</p>
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		<title>Cuidados com cartões de crédito e débito</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 23:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mallmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2007 foram inúmeras as reclamações de consumidores que tiveram cobranças lançadas indevidamente em suas faturas de cartões de crédito. Apesar de a tecnologia avançar o cartão de crédito ainda é suscetível à ação de fraudadores e falsários. Por isso, é muito importante tomar alguns cuidados com o seu cartão. Algumas dicas que podem evitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.contextojuridico.com.br/img/artigos/2008/02/cartao-de-credito.jpg" border="0" alt="" width="300" height="224" align="left" />Em 2007 foram inúmeras as reclamações de consumidores que tiveram cobranças lançadas indevidamente em suas faturas de cartões de crédito.</p>
<p>Apesar de a tecnologia avançar o cartão de crédito ainda é suscetível à ação de fraudadores e falsários. Por isso, é muito importante tomar alguns cuidados com o seu cartão.</p>
<p><strong>Algumas dicas que podem evitar transtornos:</strong></p>
<p>Caso não vá utilizar seu cartão, não saia de casa com ele.</p>
<p>Nunca empreste seu cartão de crédito ou débito, repasse ou tenha anotada a senha junto do cartão. Em um eventual assalto se a senha estiver na sua carteira ou junto do cartão facilitará o uso indevido de seu cartão por terceiros.</p>
<p>Evite a utilização de seu cartão em estabelecimentos desconhecidos e/ou suspeitos. Em casos onde a máquina que debita o cartão fique longe do seu campo visual, siga o atendente e não deixe que ele saia de vista com seu cartão.</p>
<p>Se o cartão for roubado, furtado ou extraviado, você deve imediatamente ligar para a administradora do cartão e comunicar o ocorrido, solicitando o bloqueio do mesmo. Logo em seguida deve registrar um B.O. (Boletim de Ocorrência).</p>
<p>Mesmo assim, caso seja detectada alguma cobrança indevida, o consumidor deve entrar em contato novamente com a administradora, contestar o débito e solicitar o estorno, já que havia solicitado o bloqueio do cartão pouco tempo após o roubo, furto ou extravio.</p>
<p>Se mesmo assim não conseguir resolver com a administradora, procure algum órgão de defesa do consumidor. Caso seu problema não seja resolvido, de posse do boletim de ocorrência que deve constar da hora do roubo, furto ou extravio, e da hora do registro do B.O. (boletim de ocorrência) procure um advogado de sua confiança <a href="http://www.contextojuridico.com.br/2007/12/10/como-contratar-um-bom-advogado-pelo-guia-telefonico/">(leia como contratar um bom advogado)</a> e este resolverá facilmente seu problema.</p>
<p>É grande também o número de faturas sendo enviadas a consumidores, os quais nunca tiveram cartão de crédito. Nestes casos, de maneira alguma se deve pagar o que está sendo cobrado. Entre em contato com a administradora de crédito que está lhe fazendo a cobrança indevida e tente resolver extra judicialmente. Caso não consiga, procure um órgão de defesa do consumidor de posse da fatura cobrada indevidamente.</p>
<p>Em último caso se nada resolver, procure um <a href="http://www.contextojuridico.com.br/2007/12/10/como-contratar-um-bom-advogado-pelo-guia-telefonico/">advogado de sua confiança</a>.</p>
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