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Nada de presos em delegacias. Essa é a meta que o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilmar Mendes, pretende atingir ainda este ano, a partir de uma articulação que vai envolver também o Ministério da Justiça e os governos estaduais. Nada de presos em delegacias. Essa é a meta que o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilmar Mendes, pretende atingir ainda este ano, a partir de uma articulação que vai envolver também o Ministério da Justiça e os governos estaduais. A intenção é que seja criada uma polÃtica governamental, a partir de um “mutirão institucional”, para o esvaziamento das prisões em delegacias. De acordo com o ministro, em declaração dada no encerramento do 3º Encontro Nacional do Judiciário, na última sexta-feira, 2010 será o ano da Justiça Criminal. EstatÃsticas – O juiz auxiliar da presidência do CNJ e coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Penitenciário, Erivaldo Ribeiro dos Santos, apresentou dados estatÃsticos sobre a situação carcerária no paÃs e falou sobre a importância de zerar as prisões em delegacias. “Preso em delegacia é sinônimo de superlotação, tortura, fuga, resgate de presos e repercute diretamente na segurança pública”, opinou. Plano de gestão criminal – Durante o Encontro, o conselheiro Walter Nunes também falou sobre a atuação do CNJ na aprovação de polÃticas públicas para a Justiça criminal. O conselheiro apresentou o Plano de Gestão para Funcionamento de Varas Criminais e de Execução Penal que reúne uma série de medidas que visam à modernização da execução criminal. Fonte: TJ/BA |
